Agora não vou falar sobre cerveja.
A situação lá em Santa Catarina está brava, então que tal ajudarmos um pouquinho??
É o seguinte: a DefesaCivil de Santa Catarina abriu algumas contas para receber doações que serão destinadas a comprar mantimentos para os desalojados. Então se você quiser ajudar um pouquinho, pode doar qualquer valor nas seguintes contas:
Banco do Brasil
Agência: 3582-3
Conta Corrente: 80.000-7
BESC - Banco do Estado de Santa Catarina
Agência: 068-0
Conta Corrente: 80.000-0
Bradesco
Agência: 0384-4
Conta Corrente: 160.000-1
Lembrando que o nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual de Defesa Civil, CNPJ nº. 04.426.883/0001-57
Mais informações aqui!!!!!
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Vermelho sangue
A Red Ale combina com doação de sangue??

Já está no ar a mais nova postagem deste que vos escreve... Leiam lá então...
Já está no ar a mais nova postagem deste que vos escreve... Leiam lá então...
domingo, 16 de novembro de 2008
Hummmm cerveja é humor
"Filho, uma mulher é parecida com... [olha ao redor na cozinha] uma geladeira! Elas têm quase 1,90 m e uns 130 kg! Elas fazem gelo e… hummmm... [encontra uma lata de cerveja na geladeira]. Não, espere um minuto! Na verdade, mulher é mais como uma cerveja. Elas cheiram bem, são bonitas e você pisaria na sua própria mãe para conseguir uma! [Bebe a cerveja.] E você não consegue parar com uma só! Você sempre quer beber outra mulher!"
( Homer J. Simpson)
Episódio: O Novo Vizinho
( Homer J. Simpson)
Episódio: O Novo Vizinho
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Notícias cervejeiras (Extra!!!)
Já ia passando batido nessa notícia...
Querem demonstrações da qualidade das cervejas artesanais brasileiras??

Pois bem, estão vendo essa cerveja aqui em cima??? Acabou de ganhar a medalha de ouro na categoria Porter, do European Beer Star, competição mais importante da Europa, que reúne cervejas do mundo inteiro.
E não foi só.
A Stout da Baden Baden ficou também com a medalha de ouro na categoria Dry Stout; enquanto que a Eisenbanh ficou com 2 de bronze nas categorias German-Style Schwarzbier com a dunkel e e na categoria Mild Beer com a Pilsen.
http://www.european-beer-star.com/inhalt/presse/Gewinner_2008.pdf
Parabéns não só as cervejarias e respectivos cervejeiros, mas a todos os cervejeiros e cervejeiras que, de certa forma, contribuem para amelhora da qualidade das cervejas artesanais.
Querem demonstrações da qualidade das cervejas artesanais brasileiras??
Pois bem, estão vendo essa cerveja aqui em cima??? Acabou de ganhar a medalha de ouro na categoria Porter, do European Beer Star, competição mais importante da Europa, que reúne cervejas do mundo inteiro.
E não foi só.
A Stout da Baden Baden ficou também com a medalha de ouro na categoria Dry Stout; enquanto que a Eisenbanh ficou com 2 de bronze nas categorias German-Style Schwarzbier com a dunkel e e na categoria Mild Beer com a Pilsen.
http://www.european-beer-star.com/inhalt/presse/Gewinner_2008.pdf
Parabéns não só as cervejarias e respectivos cervejeiros, mas a todos os cervejeiros e cervejeiras que, de certa forma, contribuem para amelhora da qualidade das cervejas artesanais.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Quintybier Brown Ale
Não digo digo que foram decepções, mas esperava bastante das outras Quintybiers, a clara e a escura, mas elas não são cervejas tão marcantescomo eu esperava. Quando vi essa Brown Ale, uma coisa já me chamou a atenção: não existem tantas Brown Ales artesanais. Que os cervejeiros se expliquem aqui!!! Será que é um estilo que não faz sucesso?? Enfim, discussões ficam para depois. O que interessa aqui é a cerveja.

Essa cerveja tem uma cor castanho escuro, espuma de ótima duração e 6,0% de teor alcoólico.
No aroma, lúpulo, tostado e um pouco frutado, além de um leve toque cítrico.
Mas é no paladar que a cerveja peca um pouco. Sim, o malte tostado está presente, assim como castanhas, nozes, lúpulo e um bom amargor. Mas achei fermento também, e ele estava um pouco mais presentes que os sabores acima, o que conferiu um sabor cítrico que cobriu os demais.
É uma boa cerveja no geral (tirando esse "probleminha" do fermento). Pessoalmente achei melhor que as outras Quintybier.
Você encontra essa cerveja aqui:
Essa cerveja tem uma cor castanho escuro, espuma de ótima duração e 6,0% de teor alcoólico.
No aroma, lúpulo, tostado e um pouco frutado, além de um leve toque cítrico.
Mas é no paladar que a cerveja peca um pouco. Sim, o malte tostado está presente, assim como castanhas, nozes, lúpulo e um bom amargor. Mas achei fermento também, e ele estava um pouco mais presentes que os sabores acima, o que conferiu um sabor cítrico que cobriu os demais.
É uma boa cerveja no geral (tirando esse "probleminha" do fermento). Pessoalmente achei melhor que as outras Quintybier.
Você encontra essa cerveja aqui:
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Bavaria Clássica
Qual não foi minha surpresa ao ver essa cerveja na gôndola de um super mercado. "Caramba, Bavaria Clássica... essa é nova... o que será que tem de bom nisso??? Mudou alguma coisa??" (Sim, minha ingenuidade é comovente...)

Engano meu, meus caros.
De clássico, talvez só a cor amarelo clara, espuma de média duração e 4,6% de teor alcoólico.
Ou então o clássico aroma de malte, pouco lúpulo e leve adocicado. Quem sabe se não é o paladar clássico, com malte, pouquíssimo lúpulo e leve amargor?!?!
Ah, acho que já sei. É a clássica pilsen brasileira. A alegria de todo cervejeiro!!!
Engano meu, meus caros.
De clássico, talvez só a cor amarelo clara, espuma de média duração e 4,6% de teor alcoólico.
Ou então o clássico aroma de malte, pouco lúpulo e leve adocicado. Quem sabe se não é o paladar clássico, com malte, pouquíssimo lúpulo e leve amargor?!?!
Ah, acho que já sei. É a clássica pilsen brasileira. A alegria de todo cervejeiro!!!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Hummmm cerveja negócios
Mais um colecionador na área.
O meu xará Rodrigo está vendendo alguns rótulos originais da Brahma.
Só para abrir o apetite:




E tem mais aqui: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-83267512-rotulos-rarissimos-da-cerveja-brahma-novos-rotulos-_JM
Para entrar em contato com ele:
Rodrigo Silva Monteiro de Oliveira, de Niterói (RJ)
Email: rodrigo_oliveira2004@hotmail.com
O meu xará Rodrigo está vendendo alguns rótulos originais da Brahma.
Só para abrir o apetite:




E tem mais aqui: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-83267512-rotulos-rarissimos-da-cerveja-brahma-novos-rotulos-_JM
Para entrar em contato com ele:
Rodrigo Silva Monteiro de Oliveira, de Niterói (RJ)
Email: rodrigo_oliveira2004@hotmail.com
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balcão de negócios/colecionadores cervejeiros
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Escola Brasileira??
Já faz algum tempo que venho pensando nesse assunto. E toda aquela confusão entre o mr. Murray e a Colorado me fizeram finalmente escrever sobre isso. Existe ou pode existir uma escola cervejeira brasileira??
Explico. Graças à explosão dos homebrewers e das micro-cervejarias no país, as cervejas já não se resumem aquelas Pilsen sem graça que conhecemos. Na verdade, a variedade é tão grande que encontramos Dubbels, Tripels, Doublebocks, defumadas, Ales, Porters... e todos esses estilos citados pertencem a alguma escola (e isso não é uma crítica. Até porque a Eisenbahn vive ganhando prêmios mundo a fora com sua Dunkel e com a Weizenbock.). Escola essa que, mais ou menos, representa a cultura e personalidade de um povo.
Vejamos a escola alemã. A lei de pureza de 1516 define cerveja como seno água, malte e lúpulo (o malte de trigo e a levedura vieram depois). Com esses 3 (eventualmente 4) ingredientes, grandes cervejas são produzidas. Além disso, penso que por ter apenas esses ingredientes, pode-se ter um cuidado maior na seleção dos produtos, o quem na grande maioria das vezes, traduz-se em uma cerveja do mais alto gabarito. Ademais, mesmo só com esses ingredientes, temos uma boa gama de cervejas. Sem pensar muito, podemos citar Bock, München, Kölsch, Weiss, Oktoberfestbier...
Ao mesmo tempo, como já disse, a personalidade de um povo reflete em sua cultura, culinária etc., e com a cerveja não é diferente. Vejo o alemão como um povo metódico, tradicional, conservador mesmo (claro que existem exceções). E essas características se refletem na cerveja na forma da Reinheitsgebot, que existe a quase 500 regulando a feitura da cerveja. Ou seja, metade de um milênio fazendo cerveja da mesma forma. Quer mais conservadorismo que isso?? É um grande limitador, não acham??
Por outro lado, temos a escola belga, tão tradicional quanto a germânica, mas o total oposto deles.
Vejo o povo belga como mais solto, mais alegre, mais festivo. O resultado disso na cerveja?? São mais inventivos, quase alquimistas na arte de fabricar cerveja. Lá não há limitações de matéria prima para a cerveja. É de comer?? Então pode virar cerveja. Exageros a parte, encontramos representantes belgas com cravo, aveia, coentro e outras especiarias, casca de laranja, frutas e etc., isso sem contar naquilo que, pessoalmente, reputo que sejam os mestres: o fermento. O resultado disso tudo vocês já sabem: Lambics, Strong Ales, Dubbels, Tripels, e por aí vai.
Mas e por aqui??
Dando uma lida no Decreto nº. 2314/97 (que é o decreto que regula o que é cerveja por aqui), de acordo com o artigo 64, cerveja é água, malte, lúpulo, malte de trigo e levedura. Mas também é sorgo, arroz, milho e outras coisinhas mais. O resultado todos nós sabemos, não é? Felizmente, existem maravilhosas exceções.
E já que a lei dá uma brecha, porque não desenvolver uma escola brasileira?? Fazer um estilo de cerveja somente encontrado por aqui?? Ou então que ao menos prestigie ingredientes nacionais. A ribeirão-pretana Colorado e a gaúcha Dado Bier já deram o primeiro passo, pois utilizam ingredientes tão inusitados quanto brasileiríssimos como a rapadura, a mandioca, a erva-mate (ok, a erva-mate não é exclusiva por aqui, mas acho que já deu para entender onde quero chegar né??). Não poderíamos ter cervejas que representam nossas culturas e tradições?? A Colorado e Dado Bier dizem que sim.
Sem querer esgotar a discussão, deveria (ou poderia) haver uma escola cervejeira nacional, que invista em produtos brasileiros, mostrando toda nossa criatividade, cultura e tradições? Ou vocês acham que deveríamos seguir alguma escola, seja ela a belga, a alemã ou uma outra qualquer??
Vamos, dêem suas opiniões.
Explico. Graças à explosão dos homebrewers e das micro-cervejarias no país, as cervejas já não se resumem aquelas Pilsen sem graça que conhecemos. Na verdade, a variedade é tão grande que encontramos Dubbels, Tripels, Doublebocks, defumadas, Ales, Porters... e todos esses estilos citados pertencem a alguma escola (e isso não é uma crítica. Até porque a Eisenbahn vive ganhando prêmios mundo a fora com sua Dunkel e com a Weizenbock.). Escola essa que, mais ou menos, representa a cultura e personalidade de um povo.
Vejamos a escola alemã. A lei de pureza de 1516 define cerveja como seno água, malte e lúpulo (o malte de trigo e a levedura vieram depois). Com esses 3 (eventualmente 4) ingredientes, grandes cervejas são produzidas. Além disso, penso que por ter apenas esses ingredientes, pode-se ter um cuidado maior na seleção dos produtos, o quem na grande maioria das vezes, traduz-se em uma cerveja do mais alto gabarito. Ademais, mesmo só com esses ingredientes, temos uma boa gama de cervejas. Sem pensar muito, podemos citar Bock, München, Kölsch, Weiss, Oktoberfestbier...
Ao mesmo tempo, como já disse, a personalidade de um povo reflete em sua cultura, culinária etc., e com a cerveja não é diferente. Vejo o alemão como um povo metódico, tradicional, conservador mesmo (claro que existem exceções). E essas características se refletem na cerveja na forma da Reinheitsgebot, que existe a quase 500 regulando a feitura da cerveja. Ou seja, metade de um milênio fazendo cerveja da mesma forma. Quer mais conservadorismo que isso?? É um grande limitador, não acham??
Por outro lado, temos a escola belga, tão tradicional quanto a germânica, mas o total oposto deles.
Vejo o povo belga como mais solto, mais alegre, mais festivo. O resultado disso na cerveja?? São mais inventivos, quase alquimistas na arte de fabricar cerveja. Lá não há limitações de matéria prima para a cerveja. É de comer?? Então pode virar cerveja. Exageros a parte, encontramos representantes belgas com cravo, aveia, coentro e outras especiarias, casca de laranja, frutas e etc., isso sem contar naquilo que, pessoalmente, reputo que sejam os mestres: o fermento. O resultado disso tudo vocês já sabem: Lambics, Strong Ales, Dubbels, Tripels, e por aí vai.
Mas e por aqui??
Dando uma lida no Decreto nº. 2314/97 (que é o decreto que regula o que é cerveja por aqui), de acordo com o artigo 64, cerveja é água, malte, lúpulo, malte de trigo e levedura. Mas também é sorgo, arroz, milho e outras coisinhas mais. O resultado todos nós sabemos, não é? Felizmente, existem maravilhosas exceções.
E já que a lei dá uma brecha, porque não desenvolver uma escola brasileira?? Fazer um estilo de cerveja somente encontrado por aqui?? Ou então que ao menos prestigie ingredientes nacionais. A ribeirão-pretana Colorado e a gaúcha Dado Bier já deram o primeiro passo, pois utilizam ingredientes tão inusitados quanto brasileiríssimos como a rapadura, a mandioca, a erva-mate (ok, a erva-mate não é exclusiva por aqui, mas acho que já deu para entender onde quero chegar né??). Não poderíamos ter cervejas que representam nossas culturas e tradições?? A Colorado e Dado Bier dizem que sim.
Sem querer esgotar a discussão, deveria (ou poderia) haver uma escola cervejeira nacional, que invista em produtos brasileiros, mostrando toda nossa criatividade, cultura e tradições? Ou vocês acham que deveríamos seguir alguma escola, seja ela a belga, a alemã ou uma outra qualquer??
Vamos, dêem suas opiniões.
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