domingo, 27 de abril de 2008

Cervejas malzbier

Nessa comparação, 5 cervejas (as mais facilmente encontradas) foram degustadas: Antarctica, Brahma Malzbier, Crystal, Itaipava e Nova Schin, tomando o cuidado para que todas as garrafas estejam com a data de validade mais ou menos próxima uma da outra, para evitar qualquer.

Antes, um pouquinho de história.
Malzbier (ou "cerveja de malte"), geralmente, são escuras e doces. Basicamente, esse tipo de cerveja leva caramelo em sua composição, por isso são mais doces.

Dito isso, vamos às cervejas:


Antarctica Malzbier:
Cerveja com 4,0% de teor alcoólico, tem uma espuma de boa duração, achei bastante saborosa. Tem o aroma e sabor adocicado, em função da adição de caramelo em calda no processo produtivo e um amargor bem suave no final.



Nova Schin Malzbier:
Achei essa cerveja bastante doce, chegando a enjoar um pouco. Apesar de seus 4,3% de teor alcoólico, quando ficou um pouco mais quente, lembrou coca-cola sem gás.


Crystal Malzbier:
Achei essa cerveja um pouco aguada, sem gosto até. Uma das mais fracas, mesmo com 4,2% de teor alcoólico.


Itaipava Malzbier
:
Ela se apresentou, na minha opinião, como a melhor das cervejas degustadas. Bem equilibrada, com 4,2% de teor alcoólico, espuma cremosa, um delicioso aroma de café e de malte tostado, e no paladar, café, café e café. Não era tão doce como as outras, onde ganhou pontos comigo.


Brahma Malzbier:
Com 4,0% de álcool, me pareceu ser a mais equilibrada de todas, não sendo tão doce quanto as outras. Juntamente com a Antarctica e Itaipava, são as melhores do grupo.


Visualmente, todas são mais ou parecidas (espuma caramelo de média duração, cor escura, lembrando café, as vezes num tom mais avermelhado), aroma parecido, com notas de malte tostado e caramelo.

Mas é no paladar que surgem as diferenças.

Coincidência ou não, as Malzbier, de certa forma, acompanham as versões Pilsen, com Crystal e Nova Schin como as piores, Brahma e Antarctica brigando entre elas e, na minha opinião, uma ligeira vantagem para a Itaipava.

E você?? Gosta das Malzbier?? Conhece alguma outra?? Concorda comigo? Comente aqui então!!

sábado, 26 de abril de 2008

Notícias cervejeiras (extra!!!)

Sim, agora nós temos feed!!!



No canto direito, onde a seta está apontando.
É só clicar lá e se inscrever, adicionando seu email. Agora vocês podem acompanhar os novos posts do blog sem precisar visitar o site.

Basicamente, funciona assim: sempre que eu postar alguma coisa aqui, você aí, que adicionou seu email poderá ler imediatamente. Fácil não???

Hummmm cerveja é humor


http://adao.blog.uol.com.br/

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia da cerveja

Hoje, 23 de abril, é comemorado, desde 1994, na Alemanha, o Dia da Cerveja Alemã.
Esta data lembra a criação da Lei de Pureza alemã de 1516, promulgada pelo Duque Guilherme IV em 23 de abril na Baviera (e posteriormente extendida para toda a Alemanha).
A Lei Alemã de Pureza indica, entre outras coisas, os únicos ingredientes que uma cerveja deve possuir: a água, malte e lúpulo. Lembramos que a levedura ainda não era conhecida na época, assim como o malte de trigo, utilizado nas cervejas do tipo Weiss.


Ein Prosit!!!

Notícias cervejeiras

Como esse blog já adiantou...

Cervejaria Petrópolis lança Itaipava Fest, feita sob medida para o público das baladas.
Com visual arrojado, novo produto aposta no sabor marcante da cerveja lager de baixa fermentação com ingredientes selecionados.

O mais novo lançamento da Cervejaria Petrópolis – terceira maior empresa do setor no país, que fabrica as marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal e Black Princess – tem o perfil de seu público estampado na embalagem do produto. A Itaipava Fest chega para conquistar os jovens de 18 a 25 anos freqüentadores de casas noturnas, bares, shows e festivais de música.

Com formulação exclusiva, a Itaipava Fest é uma cerveja do tipo lager, de baixa fermentação, que possui o sabor marcante de ingredientes selecionados, como o malte e o lúpulo de qualidade diferenciada. De coloração dourada, a Itaipava Fest é acondicionada em uma embalagem personalizada, de vidro transparente, somente no formato long neck (350 ml), que traz a logomarca do produto em relevo.


O novo produto será distribuído em todas as áreas de atuação da Cervejaria Petrópolis, em locais que são freqüentados por jovens das classes A e B, sobretudo bares e danceterias sofisticadas.

Sobre a Cervejaria Petrópolis

Fundada em 1994, a Cervejaria Petrópolis é a terceira maior empresa do setor no país, responsável pelas marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal e Black Princess. Em três anos, investimentos de cerca de R$ 260 milhões permitiram o aumento da capacidade de produção, elevando seu marketing share para 8,7% (março 2008). A empresa possui fábricas em Boituva (SP), Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ) e inicia em breve as operações em Rondonópolis (MT).

Obrigado a Márcio Dal Rio pelas informações.

domingo, 20 de abril de 2008

Notícias cervejeiras (extra!!!)

Bom, já foram anunciados os vencedores da Copa do Mundo das cervejas. O resultado saiu ontem, dia 19, e das brasileiras, só a Eisenbahn, com a sua Dunkel, levou medalha. Ela ficou em 3º lugar na sua categoria "German-style Schwarzbier", contra 30 concorrentes. Sem dúvida, um ótimo resultado.

German-Style Schwarzbier, 30 entries
Gold: Shounan Liebe, Kumazawa Brewing Co., Kanagawa, Japan
Silver: Samuel Adams Black Lager, Boston Beer Co., Boston, MA
Bronze: Eisenbahn Dunkel, Cervejaria Sudbrack Ltda., Blumenau, Brazil

A lista completa você encontra aqui!

Parabéns a todas as vencedoras, em especial a Eisenbahn. Infelizmente, as outras representantes nacionais não tiveram a mesma sorte. Fica pra 2010 então!!!

sábado, 19 de abril de 2008

Bohemia Confraria

Aí está uma cerveja que, na minha opinião, melhora ano após ano. Num mundo de cervejas sem sabor, essa Bohemia Confraria encontrou seu lugar no copo de muita gente. Seria a versão da Leffe feita pela AmBev, só que muito mais fácil de ser encontrada do que a belga.

A Bohemia Confraria foi lançada em 2005 como uma edição especial. Segundo o rótulo de sua bonita garrafa, foi desenvolvida a partir de uma receita nascida na idade média, criada pelos monges.

É uma cerveja de cor dourada, quase marrom, com espuma cremosa de boa duração, e com
6,2% de teor alcoólico.

No aroma, caramelo e toffe se destacam, junto com um pouco de álcool e um leve frutado.

No paladar, a cerveja se mostra frutada, um pouco doce, com presença de álcool, sendo muito saborosa.

Uma boa cerveja.

Notícias cervejeiras

Brasileiros consomem cada vez mais cervejas premium

Marcas mais caras avançam no mercado brasileiro e já movimentam mais de R$ 2 bi por ano

Alberto Komatsu

As cervejarias estão desenvolvendo estratégias para fazer com que o segmento premium, que se consolidou no País há pouco mais de cinco anos, conquiste este ano o melhor desempenho de sua história. O Sindicato da Indústria da Cerveja (Sindicerv) estima que a participação de mercado das cervejas mais caras suba de 4,5% no ano passado para 5,5% em 2008. Hoje, as vendas das cervejas premium movimentam R$ 2 bilhões por ano.

Executivos do setor, por sua vez, estimam que a velocidade de crescimento do segmento premium será três vezes superior ao do mercado total este ano, ou 15% contra 5%. Esse resultado seria reflexo de uma mudança no perfil de consumo do brasileiro, que está mais aberto a novas experiências por causa da melhoria da renda.

“O setor de cervejas está rumando para a sua maturação. Com isso, acaba despertando no consumidor interesse por produtos mais sofisticados”, afirma o superintendente do Sindicerv, Marcos Mesquita.

Segundo ele, apesar de representar 4,5% das vendas em volume, ou 400 milhões de litros, as cervejas premium contribuem com 8% do faturamento bruto do setor, de R$ 25 bilhões. “As cervejarias enxergaram o potencial de crescimento desse segmento”, acrescenta.

MICROCERVEJARIAS

As microcervejarias também estão atentas ao mercado premium. A Colorado, de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, investiu R$ 1 milhão há seis meses numa linha de produção de cervejas em garrafas. Outro R$ 1 milhão foi desembolsado em campanhas de marketing, como o patrocínio da feira náutica Rio Boat Show, realizada semana passada, onde a Colorado foi a cerveja oficial do evento. Há 12 anos no mercado, a empresa vendia apenas chope.

O presidente da cervejaria, Marcelo Carneiro da Rocha, diz que vai lançar este ano uma cerveja com café em sua elaboração. A empresa tem três variedades: pilsen com mandioca, Weissbier (trigo) com mel e o tipo Pale Ale (alta fermentação) com rapadura. Segundo o executivo, o diferencial da empresa nesse concorrido mercado é associar a cerveja com produtos regionais brasileiros. “É difícil quebrar o quase monopólio das grandes”, diz.

A AmBev, cuja marca Boehmia representa 40% do segmento premium, deve manter este ano a estratégia de 2007, quando foram importadas seis marcas, sendo três da Bélgica e três da Alemanha. A empresa tem 20 rótulos diferentes de cervejas mais sofisticadas. O gerente do segmento premium da AmBev, Ariel Grunkraut, diz que esse mercado ganhou força na AmBev há quatro anos.

“Vamos identificar a necessidade do consumidor. Como somos líderes, nosso desafio é aumentar o tamanho desse mercado”, afirma Grunkraut. A AmBev não vai usar garrafas grafadas com logomarca nas cervejas premium - a nova garrafa restringe-se à marca Skol, no Rio, com volume de 630 mililitros. Essa embalagem levou a Associação Brasileira de Bebidas e a Associação dos Fabricantes de Refrigerantes a alegarem abuso de concorrência junto à Secretaria de Direito Econômico (SDE), já que todas as fabricantes de cerveja usam as garrafas retornáveis.

IMPORTAÇÃO E COMPRAS

Mesquita, do Sindicerv, diz que o aumento das importações de cerveja é mais um sinal da mudança no perfil do consumo. Segundo ele, as compras de cervejas estrangeiras dobraram em 2007: US$ 7 milhões ante US$ 3,5 milhões em 2006.

A Schincariol estreou no segmento premium ano passado, com a aquisição de três cervejarias: a Baden Baden, de Campos do Jordão, a Devassa, do Rio, e a Nobel, de Pernambuco. O diretor de marketing da empresa, Marcel Sacco, diz que o foco este ano será ampliar a presença dessas marcas. O executivo não descarta novas compras. “Estamos atentos a oportunidades de crescimento orgânico ou de aquisições”, afirma.

“O mercado brasileiro de cervejas é pouco diferenciado. É natural que o segmento premium venha se sofisticando”, afirma o diretor de marketing da Femsa, Riccardo Morici.

A empresa, que comprou a Kaiser há dois anos, tem as marcas Heineken, Gold, Sol e Bavaria premium como carros-chefe no mercado mais sofisticado. Há um ano, a cervejaria passou a importar a mexicana Dos Equis (XX) para aumentar presença no mercado premium

http://www.estadao.com.br/

De fato, a oferta de produtos melhorou muito, assim como o apoio as micro-cervejarias melhorou e como a qualidade cresceu, mas ainda falta muito para chegarmos ao nível dos grandes centros cervejeiros. O Brasil pode ser, sim, uma potência nesse segmento.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Poema da cerveja

Recebi por email, mas infelizmente apaguei o email, então não lembro quem me mandou, como também não sei quem escreveu esse poema. Quem souber, por favor, me avise, ok??

Poema da cerveja
Aos meus amigos, sóbrios.

Bebo cerveja porque faz calor.
Porque a noite é curta
e o dia interminável.
Prefiro o prazer à dor:
bebo cerveja, e não cicuta,
porque me é muito agradável.

Bebo cerveja com gosto,
vontade e sofreguidão.
Bebo cerveja disposto
a beber até um galão.

Bebo cerveja, não diga
que beber não me faz bem,
embriaga e dá barriga.
Bebo água, às vezes pinga,
mas bebo cerveja também.

Bebo cerveja sedento
como quem fica juntando
os mil pedaços do tempo.
Bebo cerveja sentado,
bebo cerveja em silêncio.

Bebo cerveja falando.
Se me enrolo com as palavras,
isso é só de vez em quando.

Bebo cerveja e não quero
me render à embriaguez.
Para ser bem sincero,
bebo uma de cada vez.

Beber cerveja é uma sina
que machuca e escraviza.
Muita vez a Neosaldina
é tudo que a gente precisa.

Beber cerveja é sentir-se
qual um mendigo rei
que dorme no precipício
de mais uma Quinta Sem-Lei.

Cerveja é bebida amarga,
gelada e inebriante.
Um dia, sem a cerveja,
sei que vou seguir adiante.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Notícias cervejeiras

Começa hoje, e vai até amanhã, 16 de abril, a Copa do Mundo das cervejas, organizada pela Brewers Association, em San Diego, Califórnia.

Esse campeonato acontece a cada dois anos e reúne os mais qualificados profissionais que irão avaliar e julgar, com o objetivo de premiar as 3 melhores cervejas de cada uma das 91 categorias, com medalhas de ouro, prata e bronze, respectivamente.

Dessa Copa do Mundo, participam desde países tradicionais no mundo cervejeiro, como Alemanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, EUA e países como Armênia, República Dominicana, Malta, Malásia.

Nesse Mundial, participam cerca de 645 cervejarias de todo o planeta, que vão apresentar quase 3000 cervejas, e o Brasil não está de fora dessa. São representantes brasileiras as seguintes cervejarias:

Eisenbahn, que levará 11 tipos para avaliação. Entre eles, a dunkel e weizenbock, que ficaram em terceiro lugar no European Beer Star Awards, na Alemanha, em 2007.

A Colorado, de Ribeirão Preto, que aposta em ingredientes um tanto quanto exóticos, como a mandioca, ingrediente da pilsen Cauim, e a Índica, a India Pale Ale que leva rapadura na receita.

A gaúcha Dado Bier, que vai aprticipar com a Ilex, que leva erva-mate.

A Baden Baden, de Campos do Jordão, levará a Stout, a 1999 e Red Ale.

Áustria Bier, de Minas Gerais, que inscreveu a Pilsen, Weiss e Amber e a Golden Ale, que só será vendida em garrafa após o torneio.

A Inab, do Paraná, que participará com a Colônia Pilsen, Extra e Low Carb (de baixas calorias).

A Cervejas Premium do Brasil enviará a Palma Louca, uma pilsen, e a correta Xingu.


Ah é, o resultado sai dia 19 de abril.

Boa sorte às brasileiras...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Franziskaner Weiss

Mais uma boa opção entre as cervejas de trigo.

Essa alemã não foge ao estilo, tendo uma cor alaranjada, boa turbidez, espuma de ótima formação e duração e mais 5,0% de teor aloólico.

No aroma, banana, cravo e tuti-fruti. Aroma bem discreto da levedura

No paladar, banana, cravo e cítrico.

Muito dentro do estilo. Ótima cerveja.

http://www.franziskaner.com/

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Notícias cervejeiras

Participação da AmBev no mercado cai 1,1 ponto

A perda de cada ponto de participação no mercado cervejeiro é estimada em R$ 100 milhões. Pelos números do instituto Nielsen de março, a AmBev caiu 1,1 ponto porcentual no mês. Detém, agora, 67% de participação. A Schincariol cresceu 0,6 ponto, para 12,1%. A Petrópolis, que produz as marcas Itaipava e Crystal, ganhou 0,27 ponto (8,77%) e a Femsa, dona de Kaiser e Sol, aumentou 0,17 ponto (8,27%). A AmBev atribui a perda ao reajuste de preços não seguido pelos concorrentes.

http://www.estadao.com.br/

R$ 100 milhões por cada ponto?? É uma graninha boa essa...

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Notícias cervejeiras (extra!!!)

Essa discussão foi levantada ontem por um dos membros da ACervA Carioca. O trecho a seguir, foi retirado do site da AmBev:

"Conclusão - A cerveja é um produto de origem natural, fabricado com água e cereais. Dada à sua condição de derivado de produtos agrícolas, tem sua normatização e controle subordinados ao Ministério da Agricultura, tanto no Brasil como na maioria dos demais países.
Por tratar-se de produto elaborado a partir de produtos agrícolas, em tese, pode-se produzir cerveja de forma doméstica."

E continua:

"A dificuldade para isso reside em conseguir equipamentos em pequena escala que permitam os controles de temperatura necessários ao processo, bem como equipamentos de filtração e manipulação do líquido em pequenos volumes que sejam estanques ao oxigênio (o oxigênio é o grande inimigo natural da cerveja, sendo responsável pela perda do frescor e deterioração do sabor do produto). Por essas razões, as tentativas de produção doméstica de cerveja até hoje proporcionaram um produto de qualidade muito inferior ao produzido pelas grandes indústrias".

Aí eu pergunto: em que planeta esses caras vivem?? Ou será apenas lavagem cerebral??
Eisenbahn, Baden Baden, Schmith, Devassa, Falke, Backer, Colorado... ficaria o dia todo escrevendo nome de ótimas cervejarias artesanais, isso sem contar os homebrewers como João Veiga da Cerveiga, o Botto, da Botto Bier, considerado o melhor cervejeiro artesanal do Brasil (e que muito em breve, vai ter sua cerveja fabricada pela Eisenbahn), o parceiro de blog, Rodrigo, do Beer Architecture, com sua Hercule, entre muitos outros, anônimos ou não, que fazem ótimas cervejas nesse país.

Qualidade inferior?? Salvo alguns problemas aqui ou ali, nenhuma das cervejas produzidas artesanalmente ou em pequenas fábricas tinha gosto de papelão, ou de cloro, ou então, que não tem gosto nenhum... ou apresentam um aroma, no mínimo, desagradável.

Fanfarrões esses ai da AmBev...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Notícias cervejeiras

AQUECIMENTO GLOBAL AUMENTARÁ PREÇO DA CERVEJA, DIZ ESTUDO

Fonte: Agência EFE

O preço da cerveja aumentará nas próximas décadas porque a mudança climática prejudicará a produção de cevada, ingrediente essencial dessa bebida, segundo um estudo de um cientista da Nova Zelândia.

Jim Salinger, especialista meio ambiental do Instituto de Água e Pesquisa Meteorológica neozelandês, assinala no relatório divulgado hoje que o aquecimento global destruirá grande parte dos cultivos do citado cereal na Oceania.

As áreas secas da Austrália e Nova Zelândia receberão cada vez menos precipitações, por isso nelas se semeará menos cevada.

Salinger, que centrou sua investigação na Oceania, disse que essa circunstância levará a uma redução drástica da produção de cerveja nos próximos 30 anos.

– Nesse caso, os pubs terão de deixar de servir cerveja ou ela será muito mais cara – explicou o cientista, que especulou que a situação obrigará a indústria a buscar formas alternativas de obter a bebida.

A cevada é um dos ingredientes base da cerveja junto à água e ao lúpulo, responsável por seu sabor amargo após o processo de fermentação.

Amsterdam Navigator

Mais uma Amsterdam resenhada por aqui. Desta vez, é a Amsterdam Navigator, com 8,4% de teor alcoólico.

Tem uma bonita cor dourada, um pouco mais forte que a Explorator e espuma cremosa de média duração.

Logo que abri a lata, o aroma dessa cerveja se fez presente, aroma este com o álcool muito presente, além de um pouco de malte.

É uma cerveja bastante forte e bastante doce, com amargor no final. Mas mesmo assim, é um pouco mais equilibrada que a Explorator. O único problema é que falta corpo, o que deixou o álcool se destacar bastante. E na medida em que a cerveja esquentava, o álcool aparecia cada vez mais.

Enfim, mesmo apresentando um pouco mais de equilíbrio, ainda é uma cerveja dificil de ser tomada, graças ao álcool e ao sabor adocicado que dominam o paladar.

http://www.amsterdambeers.com/main.htm