segunda-feira, 31 de março de 2008

Amsterdam Explorator


Uma cerveja que só a chama atenção pela embalagem, pelo preço baixo (em comparação com outras importadas) e pelo alto teor alcoólico, tem alguma coisa errada, não é mesmo?

Essa holandesa tem cor dourada, com espuma de média duração, e uma rápida olhada em sua composição, revela açúcar. Até aí, nada demais, já que algumas cervejas belgas também levam.

O problema é no desequilíbrio.

Essa Amsterdam tem 6,8% de teor alcoólico, leve aroma de lúpulo e açúcar.

No paladar, se mostrou uma cerveja forte, adocicada, com um pouco de malte e lúpulo, e amargor no final. Alguém já comeu alguma coisa muito doce?? Dá uma sensação estranha não é mesmo?? Tive essa mesma impressão com essa cerveja.

O RateBeer a define como "Malt Liquor": forte, gosto de álcool, terrivelmente fabricada... Ok, não falaram terrivelmente, mas vocês entenderam né??

Não é a primeira cerveja degustada por esse blog que possui açúcar em sua composição. A J&S de Pirangi também leva. Mas essa última é muito mais equilibrada, e nem é tão doce assim.

Mas o que se destaca mesmo é o álcool. Ok, 6,8% nem é tanto assim. A Red Ale da Baden Baden , por exemplo, tem 9,2%. Ou seja, existem cervejas com muito mais teor alcoólico (outras, inclusive, da própria Amsterdam). Mas nessa cerveja tudo desequilibrado. Que é o que vai acontecer com você, depois de umas 3 ou 4 latinhas!!!

Enfim, se você quiser enfiar o pé na jaca, ou outra expressão equivalente, essa é a cerveja!

http://www.amsterdambeers.com/main.htm

terça-feira, 25 de março de 2008

Notícias cervejeiras

A SPO Pantani criou o projeto da Itaipava Fest, novo produto da Cervejaria Petrópolis. O naming, o design do frasco e a marca em formato de labaredas foram pensados para o público jovem que freqüenta as baladas. A parte técnica diferenciada do produto foge dos padrões do mercado cervejeiro e foi detalhada pela fornecedora Saint Gobain.

http://www.portaldapropaganda.com/

sábado, 22 de março de 2008

Backer Brown e muffin de chocolate

Amanhã é Páscoa, época de chocolate e de cerveja. Sim, cerveja.

Época propícia para falar sobre um dos lançamentos desse ano, a Backer Brown, da cervejaria mineira de mesmo nome; e hora também de falar sobre algo que fazia tempo que estava com vontade de falar: harmonizações.

Basicamente, você pode harmonizar cerveja com qualquer alimento, seja por contraste, seja por semelhança.

Algumas cervejas até sugerem harmonizações. É só vocês olharem nos rótulos de Baden Baden e Eisenbahn (só para ficar nessas duas), por exemplo.

Mas também é interessante a brincadeira da descoberta de cervejas com outros alimentos, tentando fazer uma harmonização perfeita ou jogando com os contrastes.

Essa harmonização feita por semelhança, é bem simples de se fazer: chocolate com chocolate. Muito chocolate!!! Então vejamos:

A doçura do chocolate do muffin realçou o tostado da cerveja, enquanto que os sabores de chocolate foram potencializados, digamos assim. O único porém é o aroma de chocolate da cerveja. Alguém mais achou um tanto quanto artificial??



Boa Páscoa a todos!!!

quarta-feira, 19 de março de 2008

Bohemia Escura

Sempre gostei das cervejas da Bohemia. A pilsen eu considero como uma das melhores entre as grandes, a de trigo, uma correta representante do estilo, a Confraria, que já era boa, melhora a cada ano que passa, e o mesmo acontece com a escura, desde que foi lançada em 2002, se não me engano, como edição especial, até ser "efetivada" pela AmBev em 2004.



Mas quando foi noticiado que a Bohemia escura seria vendida em long neck e lata (ano passado, se não me falha a memória), fiquei com o pé atrás, pois geralmente quando resolvem massificar alguma coisa, a qualidade tende a cair.



Quando experimentei a versão em long neck da primeira vez, pareceu que a cerveja não é a mesma.
Efeito psicológico?? Impressão minha??
Então este humilde blog, imbuído de uma nobre missão, resolvu fazer essa comparação, tirar a prova, ver se é impressão minha.

Antes de mais nada, tomei cuidado, escolhendo cervejas com a data de validade mais ou menos parecida, e usei o mesmo copo também, para evitar que qualquer influência atrapalhe a pesquisa.

Visualmente, ambas são parecidas: cor caramelo escuro, espuma de média duração... Até o teor alcoólico é o mesmo: 5,0%.
Quanto ao aroma, malte torrado, um pouco de café, toffe, mas todos bastantes suaves.

Mas é no paladar que as difereças aparecem.
Achei a de 550 ml fraca demais, aguada até, sobressaindo (pouco) caramelo, malte tostado e café.
A versão em long neck pareceu um pouco mais "concentrada", com aroma e paladar um pouco mais presentes. É como se tivessem feito a receita da long neck e colocado na garrafa grande. Como sobrou espaço, completaram com água.

De qualquer forma, aplaudo a iniciativa da Bohemia de colocar diferentes tipos de cerveja no mercado, e a preço um pouco mais acessíveis para a maioria.

segunda-feira, 17 de março de 2008

17 de março - St Patrick’s Day

"Lá Fhéile Pádraig sona duit", ou Feliz Dia de São Patrício, em gaélico.

Sláinte!!

Notícias cervejeiras

GELADA

A cervejaria mexicana Modelo virá ao Brasil. Tem sede, a princípio, de importar e vender marcas premium de suas fábricas no México.

http://www.jornaldocommercio.com.br/


Hummmm cerveja pictures apresenta....

video

domingo, 16 de março de 2008

Notícias cervejeiras (Extra!!!)


Perguntinha rápida: lendo minha caixa de emails, e aproveitando o gancho de um comentário em um post sobre a Quilmes, onde estão escondidas as Quilmes de São Paulo??

Se alguém souber a resposta, fale aqui!!!

Hummmm cerveja pictures apresenta....

Um vídeo pra relaxar e preparar o espírito para amanhã...

video

Hummmm cerveja é humor


"O que devo fazer aqui, caddie?"
"Eu deveria tomar uma Guinness, senhor!"

sexta-feira, 14 de março de 2008

St Patrick’s Day

Não vai poder ir até Dublin comemorar o feriado de Saint Patrick??? Tem problema não. O Hummmm, cerveja fez uma lista dos lugares mais legais de São Paulo que vão comemorar a data com muita Guinness, algumas, inclusive, com promoções de camisetas:

.All Black (
http://www.allblack.com.br/): Rua Oscar Freire, 163, Jardins. Tel.: (0--11) 3088-7990

.Canuck's (http://www.canuckspub.com/
): Rua Gomes de Carvalho, 1.666, Vila Olímpia. Tel.: (0--11) 3463-5240

.Drake's (http://www.drakesbar.com/): Rua Tucambira, 83/111, Pinheiros. Tel.: (0--11) 3812-4477

.Dublin (http://www.dublin.com.br/home.html
): Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 178, Vila Olímpia. Tel.: (0--11) 3044-4194

.Finnegan's Pub
: Rua Cristiano Viana, 358, Pinheiros. Tel.: (0--11) 3062-3232

.Frangó (http://www.frangobar.com.br/
): Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia do Ó. Tel.: (0--11) 3932-4818

.Kia Ora (http://www.kiaora.com.br/
): Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 377. Tel.: (0--11) 3846-8300

.London Station (
http://www.londonstation.com.br/): Rua Tabapuã, 1.439, Itaim Bibi. Tel.: (0--11) 3071-2610

.Republic Pub (http://www.republicpub.com.br/
): Rua Delfina, 110, Vila Madalena. Tel.: (0--11) 3814-5581

.The Joy (http://www.thejoy.com.br/
): Rua Maria Antonia, 330, Higienópolis. Tel.: (0--11) 3259-7182.

Esqueci de algum lugar?? Dê o seu recado aqui!!!

quinta-feira, 13 de março de 2008

Hummmm cerveja é humor

"Eu pedi Cerveja"
Disse Chuck Norris sobre o defunto que trouxe uma Nova Schin na sua mesa.

Notícias cervejeiras

SOBE E DESCE

O grupo Schincariol aumentou a participação no mercado nacional para 11,4%, um avanço de 0,3 ponto percentual em fevereiro ante janeiro, diz a Nielsen. A AmBev caiu de 68,2% em janeiro para 68,1% em fevereiro. A Femsa perdeu 0,2% (ficando com 8,1%).

Folha de S. Paulo, Dinheiro B2, 13/03/08

domingo, 9 de março de 2008

Quilmes



Fazia tempo que não tomava essa cerveja, e fiquei feliz quando a encontrei no supermercado. Na realidade, apesar de achar que ela é melhor que as similares nacionais, ela é uma cerveja simpática. Só isso.

Mas de cara, já nota-se a diferença entre a Quilmes e as grandes marcas nacionais: a cor da cerveja. É um tom um pouco mais escuro, diferente das cada vez mais pálidas cervejas nacionais, além dos seus 4,9% de teor alcoólico e sua espuma com boa formação.

É bastante aromática também, se comparada as pilsen brasileiras, com o malte e lúpulo se fazendo presentes.

Quanto ao paladar, quanta diferença!!! Muito mais saborosa, com lúpulo bastante presente, uma boa carbonatação e um amargor bastante perceptível.

É uma boa cerveja!!!

sábado, 8 de março de 2008

Dia Internacional das Mulheres

A produção de cerveja era uma profissão altamente respeitada, praticada essencialmente por mulheres.

Na Mesopotâmia, mais propriamente na Suméria, uma mulher, por acaso, ao fazer pão, deixou-o acidentalmente na chuva, o pão fermentou e resultou no “pão líquido”, estava criada uma das bebidas mais populares da História da humanidade. Já no segundo milênio antes de Cristo enquanto se assistia à queda do império sumério, surgia uma nova civilização na Mesopotâmia, descendente da civilização suméria, mas mais avançada tecnologicamente, e que em muito contribuiu para o avanço no processo de fabricação de cerveja: os babilônios.

Em 500 A.C as palavras "cervisia ou cerevisia" passaram a ser utilizadas pelos romanos para homenagear a Ceres deusa da agricultura e da fertilidade

A primeira a utilizar o lúpulo na fabricação da cerveja.

Hildegarda de Bingen ou Hildegard Von Bingen
(16 de Setembro em Bermersheim perto de Alzey 1098 - 17 de Setembro 1179) foi uma mística, filósofa, compositora e escritora alemã, abadessa de Rupertsberg em Bingen foi a primeira mulher a colocar o lúpulo na cerveja. Dizia ela em seus escritos: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo".

CURIOSIDADES:

Na civilização asteca as mulheres usavam a espuma da cerveja para tornar a pele mais fresca e suave. Entre os Incas, na América do Sul, somente as virgens podiam preparar a bebida a base de milho consumida pelo imperador. Na Alemanha, a tarefa de fabricar cerveja era uma das atribuições fundamentais da mulher.

Igualmente na Grã-Bretanha, em que documentos antigos invocam o papel da mulher na feitura da bebida. O desenvolvimento cervejeiro no Brasil é um atributo feminino já que a fabricação da cerveja era uma atividade da cozinha, este produto artesanal não era destinado ao comércio, mas sim ao consumo doméstico, fato esse comprovado através da história da imigração no Brasil.

www.ashby.com.br/

Feliz dia à todas as mulheres, que embelezam nossas vidas todos os dias!!!

quinta-feira, 6 de março de 2008

Notícias cervejeiras

''O brasileiro vai beber menos e melhor''

Presidente da Heineken afirma que o mercado de cervejas premium no Brasil é subdesenvolvido e deve crescer muito

Marili Ribeiro

A cervejaria holandesa Heineken decidiu fazer uma nova ofensiva no Brasil. Embora presente desde a década de 90 nos bares e supermercados, só agora a terceira maior cervejaria do mundo resolveu fazer investimentos de porte em sua marca própria no País. O impulso para a nova estratégia está no forte crescimento do mercado de cervejas premium, que custam 20% a mais. No ano passado, as vendas da Heineken no País cresceram 50%.

"Nos mercados emergentes há muito a ser feito", diz o presidente para a América Latina da companhia, Rodolfo Hrosz, ao destacar que o segmento premium é o que mais cresce na região e é justamente onde a cerveja Heineken se posiciona globalmente. Para explorar o mercado latino-americano, a Heineken está mudando de estratégia.

"Até o ano passado, 75% da direção da Heineken na região era composta de executivos expatriados, de fora da América Latina. Hoje, acontece o contrário. A maioria da direção é de latino-americanos, sendo que a operação na região é presidida por um brasileiro. O que nunca havia ocorrido antes," diz Hrosz. A intenção por trás dessa medida é promover uma aproximação com os consumidores locais e acelerara a tomada de decisões.

"A Heineken quer crescer de todas as formas possíveis, seja organicamente, seja com aquisições em todos os mercados em que atua", diz Hrosz. A disposição da megacervejaria já é de superar a recém-conquistada terceira posição no ranking do setor. No Brasil, é distribuída e fabricada pela cervejaria mexicana Femsa (dona da Kaiser e Sol). A companhia detém 17,3% do capital desse braço da mexicana Femsa no Brasil. Uma posição que poderá mudar . Hrosz admite que há interesse tanto para aquisições quanto para o aumento de participação nas parcerias que mantém na região. Hrosz deu a seguinte entrevista ao Estado:

Quais são os planos da empresa para o Brasil?
A oportunidade que a Heineken vê no Brasil está no segmento das cervejas premium. Em geral, ele é subdesenvolvido na América Latina. No Brasil, representa 3% do total do consumo de cerveja. Na Argentina representa 8% e no Chile 9%. Nos Estados Unidos, a participação das cervejas premium chega a 25% do total, enquanto na Europa já é mais de 30%. O melhor ainda está justamente na velocidade com que a cerveja premium está se expandindo na América Latina. Enquanto o mercado de cerveja cresceu no ano passado em torno de 7%, o segmento premium cresceu 14%.

O que está sendo feito para crescer no País?
Temos várias ações, como trazer novos formatos para o produto. Esse ano chegou a garrafa de 635ml, que concorre com a marca Bohemia, da AmBev. Também importamos da Holanda, pela primeira vez, os galões de alumínio de cinco litros, que são um sucesso de venda. Isso fez nossa participação no crescer 50% em 2007 em relação ao ano anterior. No Chile e na Argentina, outros dois outros grandes mercados na região, a Heineken cresceu 24% no ano passado. Nesses dois mercados, atuamos através da empresa de origem chilena CCU, da qual temos o controle. No Brasil, temos 17,3% de participação no capital na Femsa. Achamos que é uma boa rota para a Heineken contar com a distribuição do sistema Coca-Cola (a Femsa é o maior engarrafadora de Coca-Cola no mundo).

A concorrência no segmento premium não está se acentuando?
A concorrência nos mercados latinos não é um problema, porque é um mercado a ser feito. A AmBev, por exemplo, andou expandido o portfólio na categoria, até com marcas importadas do próprio grupo, e isso contribui para o expandir o apetite do consumidor. Como o mercado é subdesenvolvido, a concorrência se beneficia com as ações umas dos outros. A nossa intenção, no curto prazo, é potencializar a tendência do consumidor migrar para as marcas premium. Não temos intenção de trazer outras marcas do portfólio premium da Heineken.

A atual pressão de custo, com aumento de matéria-prima, afeta os projetos de expansão na América Latina?
O preço do malte disparou. Aumentou mais de 15% nos últimos meses. Mas também aqui o segmento premium se beneficia, porque ele costuma ser menos sensível ao reajuste de preços. O segmento popular vai sofrer mais. Mas a tendência do consumidor é de beber menos e melhor. As cervejas saborizadas, já lançadas em alguns lugares, que poderiam vir como alternativa para baratear o custo da cerveja tradicional, ainda não estão nos planos da Heineken para a América Latina.

O Estado de São Paulo, Negócios B19, 06/03/08

O segmento das cervejas premium cresce muito no Brasil, e com razão. Com exceção dos chamados "torcedores de rótulos", existem aqueles que procuram por coisas diferentes, uma belga famosa, uma alemã de trigo, uma artesanal brasileira, uma ale inglesa (Aliás, faço uma interpretação ampla do significado de premium: as grandes cervejas artesanais como Baden Baden, Devassa, Eisenbahn, Schmitt, Colorado, entre outras, como também as microcervejarias, como J&S, Cerveiga, Dana Bier, Botto Bier... sem contar as importadas).

O mercado para essas cervejas existe no Brasil. É só dar uma fuçada no google para ver quantas lojas virtuais, por exemplo, existem por aqui, vendendo cervejas de qualidade. É sóprocurar a quantidade de micro-cervejarias, de home-brewers, isso sem falar naqueles que produzem sua cerveja mas não divulgam por ai, sempre buscando fazer um produto diferenciado, com qualidade.

Enfim, cabe a nós, blogueiros, cervejeiros, apreciadores em geral, difundir a cultura cervejeira, a cultura da boa cerveja, a cultura de que cerveja não é aquela bebida com cheiro as vezes nada agradável, e sim aquela bebida tão ou mais complexa que um vinho, que harmoniza tão bem com comidas doces ou salgadas.

E você, concorda?? Acha que quanto maior a oferta de cervejas premium, maior vai ser a qualidade?? Ou acha que a tendência é de as grandes empresas (leia-se AmBev, Femsa etc), graças ao aumento da matéria prima, fazer cervejas cada vez piores, pois o lucro é o mais importante se comparado a qualidade da cerveja??

segunda-feira, 3 de março de 2008

Xarope de cerveja

Ah, nada como uma boa gripe (e uma dose de paciência) para procurar remédios alternativos. Achei essa receita no Forum do Cervejas do Mundo (http://cervejasdomundo.com/Forum/index.php).

Ingredientes:
330ml de cerveja preta com álcool (usei a Caracu, versão long neck. Mas coloquei todo o conteúdo da garrafa)
500 gramas de açúcar
2 paus de canela (coloquei 3 paus)

Modo de fazer:
1 - Colocar o açúcar numa panela, ou coisa parecida.
2 - Acrescentar a cerveja e os paus de canela.
3 - Mexer até o açúcar se dissolver totalmente.
4 - Levar a fogo brando, mexendo sempre.
5 - Quando a mistura levantar fervura (quase transbordar), retirar do fogo e deixar esfriar.
6 - Não falar ao telefone durante o processo todo.

Rendeu uns 500 ml de xarope (Deixou uma garrafa de Therezópolis Gold
quase cheia).


Este xarope tem um sabor muito bom. Tem cor café, e é bastante licoroso, grosso até, lembrando uma calda ou até mesmo algum licor. No aroma, é possível sentir caramelo e canela.

No paladar, a mesma coisa: sabor de bala de caramelo, com um toque da canela e um pouco defumado (é que enquanto esperava a mistura ferver, o telefone tocou. Aí já viram né?? Acabou queimando um pouco. Por isso o "defumado" no paladar... Mas até que ficou bom!!!)