sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Hummmm cerveja é filosofia

La morale della birra

Un professore di filosofia inizia la lezione posando sulla cattedra degli oggetti. Prende un vaso vuoto e lo riempie di sassi di tre, quattro centimetri di diametro. Poi chiede agli studenti se il vaso è pieno e loro rispondono di sì. Allora prende dei sassolini molto più piccoli dei precedenti e li versa nel vaso. Essi rotolano fra i sassi più grossi e riempiono tutti gli spazi vuoti.

Il professore chiede di nuovo se il vaso è pieno e gli studenti rispondono ancora di sì. Prende poi della sabbia, la versa nel vaso e lo agita.

La sabbia si infila pian piano anche nei più piccoli spazi.

— Ora — dice il professore — vi invito ad una semplice, ma fondamentale riflessione: questo bicchiere rappresenta la vostra vita. I sassi più grossi simboleggiano gli elementi importanti: anche se un’altra cosa dovesse mancare la vostra vita sarebbe piena. I sassolini sono gli altri aspetti che contano: il lavoro, la casa, la macchina. La sabbia rappresenta le piccole cose di cui in sostanza si può fare anche a meno: i divertimenti, i viaggi.

Se voi riempite il vaso prima con la sabbia, non ci sarà più spazio per sassi e sassolini. Lo stesso è per la vita; se voi spendete tutto il tempo e le vostre energie per le piccole cose, non avrete mai spazio per le cose importanti.

Date importanza alle cose che contano! Il resto è solo sabbia.

Nell’aula, gremita di studenti, c’è un silenzio tombale.

Ad un tratto uno di loro si alza, si avvicina alle cattedra, prende il vaso e ci versa un bicchiere di birra. La birra si infila in un interstizio e riempie il vaso fino all’orlo. Si rivolge quindi ai compagni di corso e dice: — La morale di questa storia è la seguente: non importa quanto piena sia la vostra vita, lo spazio per una birra c’è sempre.

CALMANTI, Enea e CALMANTI, Piero – In pratica – Guerra Edizioni, 2005, p.200.

A moral da cerveja

Um professor de filosofia inicia a aula colocando sobre uma cadeira alguns objetos. Pega um vaso vazio e o enche de pedras de três, quatro centímetros de diâmetro. Depois pergunta aos estudantes se o vaso está cheio e eles respondem que sim. Então pega umas pedrinhas muito menores que as anteriores e as coloca no vaso. Essas rolam entre as pedras maiores e enchem todos os espaços vazios.

O professor pergunta de novo se o vaso está cheio e os estudantes respondem ainda que sim. Pega depois areia, coloca-a no vaso e o agita.

A areia se mete aos poucos também nos menores espaços.

— Agora — diz o professor — os convido a uma simples, mas fundamental reflexão: este copo representa a sua vida. As pedras maiores simbolizam os elementos importantes: também se uma outra coisa faltasse a sua vida seria plena. As pedrinhas são os outros aspectos que contam: o trabalho, a casa, o carro. A areia representa as pequenas coisas às quais se pode dar menos importância: as diversões, as viagens.

Se vocês enchem o vaso antes com a areia, não terá mais espaço para as pedras e as pedrinhas. O mesmo é para a vida; se vocês gastam todo o tempo e as suas energias para as pequenas coisas, nunca terão espaço para as coisas importantes.

Dêem importância às coisas que contam! O resto é só areia.

Na sala, abarrotada de estudantes, houve um silêncio mortal.

Em um momento um deles se levanta, aproxima-se da cadeira, pega o vaso e coloca nele um copo de cerveja. A cerveja se mete em um interstício e enche o vaso até a borda. Vira-se então aos companheiros de curso e diz: — A moral desta história é a seguinte: não importa quão cheia seja a sua vida, o espaço para uma cerveja existe sempre.


Obrigado a Michelle, que enviou e traduziu o texto.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Hummmm cerveja é humor

"Chuck Norris disse aos governos que não tentassem controlar sua geladeira e foi atendido. É na Antártida que ele guarda suas cervejas".

http://www.chucknorris.com.br/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Notícias cervejeiras

Alemães estão perdendo o gosto pela cerveja

Os alemães já não apreciam tanto sua bebida mais tradicional, a cerveja, de acordo com a associação que representa os produtores da bebida na Alemanha.

O consumo per capta de cerveja no país, que já foi o maior consumidor mundial da bebida, caiu 3,5 litros em 2007 para 112,5 litros -- a oitava queda nos últimos nove anos.

Na década de 80, o consumo per capta de cerveja na Alemanha chegou ao pico de 156 litros por ano.

O diretor geral da associação, Peter Hahn, afirmou ao jornal Die Welt na segunda-feira que a demografia explicava parte do problema.

Mas dados do setor mostram que os alemães estão consumindo mais bebidas não-alcoólicas.

Somente em um ano dos últimos nove houve aumento do consumo de cerveja na Alemanha, exatamente quando o país hospedou a Copa do Mundo de futebol, em 2006.

http://www.estado.com.br/

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz Natal

Desejo a todos muitas cervejas, saúde, paz, alegria e tudo que de melhor aconteça nesse ano vindouro!!! Obrigado a todos pela presença, pela leitura, pelos comentários e apoio, e até o ano que vem!!!

Supping at Santa´s knee...

Não vou começar a escrever posts em inglês. Esse é o título de uma das mais deliciosas histórias do mestre Michael Jackson. Divirtam-se!!!

"Michael Jackson has a revealing interview with St. Nick

"Hey, hey, hey!" chuckled Santa. I assume this was Lapp for "Ho, ho, ho!" As he reached to shake my hand, he nimbly pulled me onto his knee. This made me feel rather silly, and probably hurt his knee.

"You had a question you wanted to ask," he beamed. Yes, I agreed. Did Santa drink beer?

"Why?" he inquired, with a glint of Groucho Marx. "Do you have one on you?" It was my turn to be nimble. I responded with another question: which beer did Santa prefer?

He thought for a moment, then answered, uncompromisingly: "Lapin Kulta, the beer from Lapland." This was the correct answer. Santa had been a good chap and favoured his local beer; I shall make sure he gets a present this Christmas.

There is meant to be some mystery about Santa. Even those people who are sure he lives in Lapland are often unclear as to exactly where in the frozen North that is. Their vagueness is understandable, as the region of Lapland embraces Norway, Sweden, Finland and parts of the Soviet Union.

If you write a letter to "Santa Claus, Lapland" it will be delivered to a post office that sits astride the Arctic Circle just north of the town of Rovaniemi, in Finnish Lapland.

It was there that I had my revealing interview with Santa. The post office is made of pine logs, and has a couple of reindeer in a paddock outside. Santa has two or three studenty-looking helpers, wearing pixieish red hoods, and I noticed that even their computer was in Christmassy colours.

I had begun my Finnish journey in the capital, Helsinki, then flown more than 400 miles north to the lumber town and port of Kemi, just inside Lapland. From Kemi airport, it was just a 15-mile drive to the fur-trading and gold-panning town of Tornio, home of the Lapin Kulta brewery.

This was established in 1873 as the Tornio Porter and Beer Brewery. The mention of Porter aroused one of my obsessions, but no one remembers when the brewery ceased to produce the black stuff./It started to use the brand-name Lapin Kulta ("Lapp Gold") in 1963, and began to sell its principal product, a conventional lager, "down south" in Helsinki through the national group Hartwall in 1965.

Soon afterwards, it was taken over by the larger company. The romance of Lapland, and the (truthful) claim that it takes its water from the icy Tornio river, has helped Lapin Kulta become the biggest beer in the Finnish market.

It has grown so quickly that three brewhouses, of sharply ascending sizes, are accommodated in the buildings. Regrettably, none of the frontier feeling is left in the brewery's modern outer structure.

Without the Lapin ("the British might think it had something to do with the French word for rabbit"), Kulta lager has now entered the British market.

It is a pleasant enough lager, soft and fresh (it is unpasteurised but sterile-filtered), but by no means distinctive. I prefer the lightly malty, tawny-coloured Lapin Kulta Joulu. This "Yule" lager would be what Santa drinks.

In Finland, where the strength and availability of beers is regulated by the state, Joulu comes in two versions: classes III (1042-3; 3.6v) and IV (1050-1; 4.45v). Unfortunately, neither is readily available in Britain.

After visiting Lapin Kulta, and having a lunch of smoked reindeer (about which I kept quiet later), I headed about 75 miles north on my side-trip to Santa.

I must say I had always assumed that he would have favoured Samichlaus, the immensely-strong tawny lager from Switzerland. It all goes to show how wise I am in pursuing my first-hand research to the ends of the earth.

Many nations have winter and Christmas specialities. Strong lagers, and occasionally dark wheat beers, often of double bock potency, are favoured by some German brewers as an early winter or Christmas special. The town of Bamberg, for example, saves its doppelbock for the October-November-December period.

Traditions of malty, strongish beers in various styles stretch from October to March, and across Europe. There are several good reasons for this.

March was the last month in which brewers could make beer before the development of refrigeration. Stocks were then laid down somewhere cool and shady, to be drawn upon during summer, a season in which airborne wild yeasts were just too active to permit brewing.

In the days when the farmers who grew the barley also made the beer, they were too busy, anyway, to brew in summer. After the harvest, they had little work on the farm and were glad to be brewing again.

Malty beers, perhaps slightly syrupy, and with a hint of alcohol in the finish, make ideal winter warmers, of course. No doubt they also drove away the fear of endless nights, and ghosts, in the depths of pagan midwinters.

There is a sense that Christmas beers should have some reference to the cold North. The Belgians serve for Christmas an extra-strong Scottish ale. The Dutch bring out their Bock beer in October-November.

The Danes have two Christmas beer traditions. Children are given a very sweet, malty, high gravity but low alcohol beer to have with a savoury rice dish before the Christmas goose (the same combination is left for Santa). The adults, if they are lucky, get a Jule Brug (Yule Brew) that is a malty, amber-red lager and around 1051.

Beers in broadly this style are regarded as a Christmas tipple throughout the Nordic countries, though the heavy hand of state control has just struck a mean blow in Norway. There, Christmas beers that can be picked up in the store by the customer must now be of a conventional gravity (around 1043¡). The stronger type have to be asked for over the counter, as though it were a guilty secret.

One of the nicest Christmas surprises in recent times was the decision of the world's biggest single brewery, Coors of Colorado, to issue a winter beer from its Rocky Mountain home. This, too, is an amber-red lager in the mid-1050¡s. It has a typically clean but tasty, malty palate, and is called Coors Winterfest.

All over the United States, winter beers are springing up, usually emerging for Thanksgiving and lasting to the other side of New Year.

Anchor Steam began this custom, with the Christmas and New Year Brew they called "Our Special Ale." They also revived the custom of adding spices to such a seasonal brew -- and they use a different selection each year.

As they say in America: Enjoy!"

(http://www.beerhunter.com/documents/19133-000125.html)

Ok. Como é Natal, um resumo do resumo do resumo de presente pra vocês.

Basicamente, o mestre narra sua aventura de Natal na Lapônia, "casa do Papai Noel", onde além de se sentar no colo do dito cujo, ainda prova a cerveja fabricada naquelas bandas, a Lapin Kulta. Também faz um apanhado geral nas cervejas de Natal, as "Christmas beers".

sábado, 22 de dezembro de 2007

Baden Baden Red Ale


Sim, uma cerveja marrom escura e com uma boa formação e duração de espuma. Foi assim que essa Red Ale se apresentou no copo, mesmo com o prazo de validade já expirado (venceu no final de agosto - 30 de agosto, para ser mais exato).

Data de validade a parte, essa cerveja se mostrou muito boa.
O aroma ainda dava mostras de lúpulo e malte tostado, além de algumas especiarias.

Mas foi no sabor que ela se revelou. Seus 9,2% de teor alcoolico estavam la, bem aparentes, além do malte tostado. O lúpulo não estava assim tão presente, pelo menos não tanto quanto o caramelo. Tinha bastante corpo também, com um final amargo, mas pareceu meio licorosa. Em certo momento, chegou a lembrar muito a Erdinger Pikantus, graças ao sabor picante.

Enfim, não é o recomendado, mas mesmo com o prazo de validade um tanto quanto ultrapassado, continuou uma cerveja muito boa.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Hummmm cerveja é utilidade pública

Que tal uma cerveja chamada "Krusty's Craptacular Beaver American Light Lager"?? Ou "Gary Coleman's Ancient Yellow Ookpik Hefeweizen" ? Ou ainda "The Beaver Formerly Known As Paul Newman's Wobbly Rauchbier"??? Ou talvez "Dan Quayle and Dan Quayle's Polyamorous Tripel"??
Já pensou numa "Marcel Mersault's Phat Sharks With Frickin Laser Beams Tied To Their Heads Porter" bem gelada??

Sim, essa é a proposta desse site: se você, cervejeiro, está com dificuldade de pensar em algum nome, digamos, criativo, aqui está a solução. Segundo o site, são 27703620 nomes originais disponíveis. É só clicar lá.

Sei não, mas tomaria fácil fácil uma cerveja chamada "Super Duper Winston Churchill Porter"... É muito mais legal que Antarctica, Skol, Heineken, Budweiser...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Hummmm cerveja pictures apresenta....

Beer & Me

A young boy goes on a mystical journey after having his first can of beer.

Notícias cervejeiras

A parceria acabou

Os fãs da cerveja Miller devem enfrentar um período de abstinência nas próximas semanas. A cervejaria sul-africana SAB Miller, dona da marca, rompeu um contrato de mais de dez anos com a Ambev para distribuição do produto no país. As empresas não falam sobre o assunto, mas no mercado comenta-se que a disputa mundial cada vez mais acirrada entre a SAB Miller e a Inbev, controladora da Ambev, foi um dos motivos do rompimento. O fim da parceria também volta a levantar comentários de que os sul-africanos pretendem iniciar uma operação própria no Brasil. Até o início deste ano, a SAB Miller manteve conversas com a Schincariol, mas o negócio não foi fechado. Já a Inbev dá sinais de que uma fusão com a americana Anheuser Busch, dona da marca Budweiser, está cada vez mais perto. A dona da Ambev acaba de fechar um acordo para distribuição da Budweiser na República Dominicana.

http://www.portalexame.com.br/

Hummmm cerveja é humor



http://adao.blog.uol.com.br/

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Notícias cervejeiras

Depois de milhares e milhares de cervejeiros caseiros, depois de milhões de hectolitros de ótimas cervejas, finalmente a Eisenbahn, depois de um árduo processo de escolha, finalmente elegeu, ontem, dia 12, o melhor cervejeiro do Brasil. E o escolhido foi o papa-tudo Leonardo Botto (Botto Bier), do Rio de Janeiro, com sua Belgian Dark Strong Ale Dama do Lago, com Marco Zimmermann, de Florianópolis em segundo lugar, Eduardo Passarelli, de São Paulo, com a Passarelli Dubbel, ficou em terceiro, Ricardo Rosa (Rio de Janeiro) ficou em quarto, Pablo Henrique Carvalho (de Belo Horizonte) foi o quinto e Everton Mombach, de Jaú, interior de São Paulo, o sexto melhor.

Portanto, fica aqui a homenagem desse blog a todos os participantes, e em especial, a Leonardo Botto, que além de ser o melhor cervejeiro, ainda terá sua criação produzida pela Eisenbahn, que irá produzir 3 mil litros da cerveja, que será colocada à venda no bar da fábrica e nas prateleiras.

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Essa é para quem é de São Paulo, ou vai estar na cidade nesse fim de semana:

A beer-sommelier Cilene Saorin e o mestre-cervejeiro Arnaldo Ribeiro darão um workshop gratuito sobre cerveja neste sábado (dia 15), às 14:00. O workshop será na galeria Vermelho (tel. 0xx11 3257-2033), onde está em exibição o "Free Beer Kit", mesa que o coletivo Superflex usou para fazer a Free Beer, cerveja de receita "aberta".

Folha de S. Paulo, Ilustrada E11, 13/12/07

Para quem não sabe, Free Beer é a cerveja criada por dinamarqueses, tendo como conceito, compartilhar patentes e propriedade intelectual, não só da cerveja, mas de um modo geral. A cerveja é somente o ícone deste manifesto, e serve como divulgação da causa.



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GUERRA GELADA

Segundo o instituto AC Nielsen de novembro, a Skol é a cerveja que mais cresce na cidade de São Paulo. Pelo sexto mês consecutivo, a marca apresentou aumento nas vendas, abocanhando, em novembro, 23,8% de participação de mercado. No caminho oposto, está a cerveja Sol, da mexicana Femsa.

Folha de S. Paulo, Dinheiro B2, 13/12/07

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Notícias cervejeiras

Cervejarias investem na temporada de verão

Em três meses, indústria vende 40% do volume produzido no ano

Marili Ribeiro

Uma roda-gigante com 12 metros de altura e tecnologia alemã, que ficará no Forte de Copacabana (RJ) entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro, e a estréia, na semana passada, em bares paulistanos, dos “stand up comedies” - aqueles shows rápidos com comediantes em pé e sozinhos diante da platéia -, marcam este ano a inovação da temporada de verão de caça ao bebedor de cerveja.

A corrida das cervejarias se dá não apenas pelas elevadas temperaturas do período e pela concentração de datas festivas, que favorecem o consumo da bebida. Essa temporada, que se estende por três ou quatro meses, dependendo da data em que cai o carnaval a cada ano, responde por 40% do volume total de cerveja vendido no País. Este ano, o consumo deve superar com folga os 10 bilhões de litros, marco histórico dessa indústria, que permaneceu por quase dez anos, até 2005, estagnada em 8 bilhões de litros ao ano.

Os quatro maiores fabricantes - AmBev (68,2% de participação de mercado), Schincariol (11,8%), Petrópolis (8,5%) e Femsa (7,4%) - esmeram-se em ações de marketing para disputar a atenção do consumidor em meio a tanta oferta de rótulos nas prateleiras. Todas focam a maior parte de seus investimentos nessa época, embora, como explica o diretor de Marketing da Femsa, Ricardo Moricci, o setor seja tão competitivo que não dá para se deixar de divulgar a marca ao longo do ano. “Dois ou três meses fora da mídia podem acarretar perda de até 3% de participação em vendas”, diz.

Na guerra pela conquista dos consumidores, a Schincariol saiu antes com suas campanhas e ações de verão. Preparou quatro filmes publicitários, a cargo da agência Young & Rubicam. Dois já entraram no ar. As outras empresas estão dando a largada agora. “Começamos mais cedo porque o carnaval acontece mais cedo este ano”, explica o diretor de Marketing da Schin, Marcel Sacco.

E, para mostrar a disposição de brigar por espaço, a Schincariol será a “cerveja oficial” de quatro das maiores festas de carnaval do País: Rio (sambódromo), Recife (Galo da Madrugada), Salvador e Olinda - esse último é considerado uma vitória, já que, por 12 anos, foi patrocinado pela Antarctica, da rival AmBev.

A Antarctica, que vem assumindo o papel de marca de combate, ou seja a que concorre em preços mais baixos, está fora das ações de verão este ano. Segue com sua campanha da série “Bar da Boa”, protagonizada pela atriz Juliana Paes.

Em compensação, a AmBev terá a roda-gigante no Rio, que levará a assinatura da Skol, marca líder do mercado. A novidade ficará aberta ao público no Rio, que é a praça onde a Skol faz mais sucesso. Fora isso, a marca terá comerciais, ainda não prontos, e também forte presença na orla marítima com tendas montadas em praias, com DJs e atividades para jovens.

A outra marca que sempre é trabalhada no verão, como conta o gerente de Comunicação da companhia, Alexandre Loures, é a Brahma, que mantém o tradicional camarote no carnaval do Rio, festejado por ser palco de negócios para os executivos da companhia e que, este ano, trará pela primeira vez uma comitiva de jornalistas estrangeiros.

PONTO-DE-VENDA

A Cervejaria Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal e que tem o menor investimento em ações de marketing entre as quatro maiores, segue na sua estratégia de firmar presença nos pontos-de-venda, segundo informou, por e-mail, o gerente de Marketing da empresa, Douglas Costa.

A Femsa, por seu lado, resolveu diversificar para além de suas marcas mais visíveis, Sol e Kaiser. Por isso inaugurou a novidade do “stand up comedy”. Os shows, voltados para a marca Bavaria Premium, vão acontecer até março de 2008 em diferentes bares de São Paulo.

“No final de outubro, preparamos uma reunião com 400 revendedores para envolvê-los no espírito da temporada de verão”, conta Moricci. Uma das táticas é ampliar o portfólio com novos produtos. Para isso, a Femsa relança a marca Summer Draft, agora repaginada em garrafa transparente, assim como também anuncia a chegada do Keg Heineken, barril de cinco litros importado.

Fora isso, há os filmes do baixinho da Kaiser e do Verão Sol, preparados pela agência Fischer America, já no ar, assim como os patrocínios de megaeventos, caso do show do grupo de rock inglês The Police, que ocupou o Maracanã, no Rio, neste fim de semana.

http://www.estadao.com.br/

sábado, 8 de dezembro de 2007

Notícias cervejeiras

EM BAIXA

Sem fazer alarde, a Femsa tirou o nome Kaiser da cerveja Summer Draft.

Folha de S. Paulo, Dinheiro B2, 08/12/07

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Hummmm, rock e cerveja

Os Cervejas - Eu bebo cerveja

Banda surgida em 2001, em Jaú, São Paulo. Ótima banda com influências de punk rock. Essa música “Eu bebo Cerveja” é hit de festas e uma espécie de “Hino” de inúmeras turmas por todo o Brasil. Na faculdade, várias festas eram regadas à cerveja barata (hehe) e essa música.

Bom final de semana a todos... e divirtam-se!!!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Notícias cervejeiras (Extra!!!)

Não sei se era para contar pra todo mundo, mas o nobre colega João Veiga (da Cerveiga), está se dedicando as cervejas Belgas agora, e nesse momento, fazendo uma IPA, que segundo suas próprias palavras está "gostosa!!!" Quem teve a oportunidade de experimentar alguma das cervejas produzidas por ele, sabe do que eu estou falando: só cerveja de altíssima qualidade!!

E ele continua: "aproveitando, segue uma foto do local e da fonte da água que uso na produção das cervas. Aliás, no verão é uma delícia ficar debaixo dessa ducha!!!" Sim, não duvido nem um pouco disso também. Aliás, com um visual desse (e uma água pura dessa), impossível fazer cervejs ruins.


Serra da Caneca Fina, Rio de Janeiro. Sim, é daqui que saem as ótimas Cerveigas!!!