domingo, 25 de fevereiro de 2007

Cervejas de trigo

Em noite de Oscar, porque não dar um prêmio para a melhor cerveja de trigo???

A cerveja de trigo é originária da Baviera, sul da Alemanha. A Weissbier tem como característica o fato de ser produzida a partir do trigo e da cevada, diferentemente da pilsen que é feita a partir apenas da cevada. Contendo menos lúpulo, se comparada com a maioria das cervejas tipo pilsen, a Weissbier é uma cerveja mais suave e refrescante também.
Para essa disputa, foram escolhidos 3 cervejas, uma artesanal (Eisenbahn Weizenbier), uma nacional (Bohemia Weiss) e uma importada (escolhi a Erdinger Weissbier, a mais conhecida e consumida cerveja de trigo; e porque é a única que pode ser facilmente encontrada por essas bandas...).


A Eisenbahn Weizenbier é uma cerveja bem aromática. Possui 4,8% de álcool. Adoro essa cerveja. Acho bem mais densa e encorpada do que as similares (bom, pelo menos entre as silmilares nacionais). É ácida, lembra banana e cravo (???), e é naturalmente turva, além de possuir uma linda cor dourada. É bastante refrescante também. Cerveja muito boa.


A Bohemia Weiss apesar de ser a única nessa disputa a não ser feita de acordo com a Lei Alemã de Pureza, mantém a qualidade das cervejas da marca Bohemia. Com 5,6% de teor alcoólico, é a mais forte das três. Muito gostosa, também é turva, espuma consistente e muito refrescante. Achei um pouquinho inferior a Eisenbahn, mas podem beber sem medo.


A Erdinger Weissbier é a cerveja de trigo mais conhecida e consumida no mundo. Produzida na Baviera, possui uma aparência turva. Possui 5,3% de volume alcoólico. Segundo o site da cervejaria, leva de 3 a 4 semanas fermentando na garrafa. A Erdinger é uma cerveja muito aromática e extremamente refrescante. Nela senti banana, cravo e limão. Achei a mais densa, encorpada e gostosa das 3.

http://www.bohemia.com.br/index.asp
http://www.eisenbahn.com.br/
http://www.erdinger.de/

Notícias cervejeiras

GELADA

A Kaiser, pelo sétimo mês consecutivo, teve aumento de sua participação de mercado, de 8,7% com relação a janeiro. Desde que a nova estratégia de comunicação da marca foi implementada, a participação da cerveja cresce mais de 13%. A marca promete trazer mais celebridades em sua campanha.

Folha de S. Paulo, Dinheiro B2, 25/02/07

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Eisenbahn Rauchbier


Essa é uma cerveja típica da região de Bamberg, Alemanha. Rauch significa fumaça em alemão e a cerveja ganhou esse nome por ser produzida a partir de maltes defumados.
É uma cerveja vermelho escuro, deliciosa!!! Aroma e sabor defumado (óbvio né!!!), picante, bastante encorpada. Seu teor alcoólico é de 6,5%.

Antigamente todos os maltes eram secos utilizando-se fogo gerado pela queima de madeira. Com isso, todas as cervejas antigas tinham um toque defumado em seu sabor. Com a invenção de secadores cujo combustível passou a ser carvão, em meados de 1700, esse caráter defumado foi perdido na maioria das cervejas.
As cervejarias de Bamberg, porém, permaneceram fiéis à tradição até hoje.

Apesar de causar um pouco de estranheza pelo fato de ser defumada, achei muito gostosa. Pena que não tinha nenhum charuto por perto. Deve ser uma combinação sensacional.

http://www.eisenbahn.com.br/

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

Femsa quer ampliar volumes da Bavária Premium

Marcia Furlan
Agência Estado


Depois do lançamento no Brasil da Sol, sua mais importante marca no México, a Femsa Brasil quer aumentar o consumo da Bavária Premium. Na segunda etapa do reposicionamento da marca - a primeira foi a redução de preço entre 15% e 20% no final de 2005 a qual ajudou a elevar de 1,6% para 2% a participação da linha Bavária - a empresa trocou a agência de publicidade para a Talent e tentará vender a mensagem de que, apesar de premium, a cerveja é suave.

Segundo o gerente de Marketing, Cesar Tavares, a companhia percebeu por meio de pesquisas que a marca tem forte apelo e está, na opção de consumo das pessoas, em um espaço intermediário entre as cervejas "top" do segmento mainstream, responsável por 95% do mercado, e o premium. O preço da bebida tem o mesmo posicionamento. A lata ou a garrafa long neck custa no supermercado entre R$ 1,05 e 1,09, enquanto que a marca premium mais cara da cervejaria, a Gold, fica entre R$ 1,50 e R$ 1,60 enquanto a pielsen mais cara gira em torno de R$ 1,00. "Queremos competir no segmento de alto volume com qualidade superior", afirmou.

O diretor de marketing, Riccardo Morici, destacou que, analisando a trajetória de outros países, o segmento premium deve crescer fortemente no Brasil nos próximos anos e pode ampliar a fatia dos atuais 5% do volume total vendido no País. Em valores, a participação é de 7%.

Telefone sem fio

A campanha começa a ser veiculada amanhã. O filme na TV retrata a modificação de uma informação, ao ser passada adiante, nos moldes do conhecido "telefone sem fio". A intenção é retratar as diversas teorias que existem a respeito da cerveja mas indicando que isso não interfere no prazer da degustação da bebida, argumenta a agência Talent.

Os executivos não informaram os valores investidos na campanha, mas reiteraram que os montantes, após a aquisição pela Femsa, crescem exponencialmente. A Kaiser e a Sol são as marcas que atraem os maiores volumes de recursos.

Analisando um ano da cervejaria sobre novo comando, Morici afirmou que todos os objetivos traçados na ocasião da aquisição foram atingidos ou superados. Com relação à participação da marca Sol, que registrou apenas 0,8% de market share até agora, ele argumentou que a empresa tem evitado lançar mão de estratégias que possam depreciar a imagem da cerveja, como rebaixar muito o preço, e preferido caminhar mais lentamente. "A Sol se tornou a principal marca da Femsa no México depois de 100 anos", argumentou.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

O destino da Kaiser

Ancelmo Gois

Diz-se no mercado que a mexicana Femsa vai tirar aos poucos a marca Kaiser da praça com o objetivo de abrir espaço para outras marcas do grupo, como Sol e Heineken. A conferir.

O Globo, 2º edição, RIO 10, 20/02/07

Roberto, valeu pela dica...

Puerto del Sol

Que surpresa a minha o encontrar essa cerveja num supermercado por aqui, porque até onde eu sabia, a Sol (da Femsa) conseguiu na Justiça retirá-la do mercado (leia aqui), alegando que o nome era muito parecido. Na verdade, acho o nome Skol muito mais parecido com Sol do que a Puerto del Sol, mas isso já é outra história. Inclusive, reza a lenda que o mexicano estampado na garrafinha da Puerto é a caricatura de um executivo da empresa mexicana.

O grande destaque aqui fica por conta mesmo da garrafa, muito bonita por sinal, por que o líquido não é lá grande coisa.

É uma cerveja bem mais leve, menos encorpada, com 4,3% de teor alcoólico, sem aroma, sem sabor.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Devassa loura, ruiva e negra

Pois é... nada como um carnaval com 3 devassas... imaginem, uma loura, uma ruiva e uma negra... Bom, pelo menos foi o que pensei, mas infelizmente, essas devassas, de devassas não tem nada...

A primeira que experimentei foi a Loura. Ela possui uma bela cor dourada e um colarinho cremoso. Achei um pouco despretenciosa. É feita com maltes selecionados, é leve, refrescante e tem um sabor muito mais apurado do que o das Pilsens comuns, mas não é tão boa assim.


A segunda foi a Devassa Ruiva, uma pale ale que de ruiva tem muito pouco. Achei um pouco fraquinha, falta um pouco de personalidade, corpo, vermelhidão, aroma, tudo. Pra artesanal, está o contrário do que diz o rótulo, "esnoba qualquer concorrente". Faltou muita devassidão...




A Devassa negra possui uma cor marrom/preta que é extremamente bonita, espuma cremosa, ótimo aroma de malte torrado. Felizmente não leva caramelo em sua composição (não gosto de cervejas escuras com caramelo). Também possui teor alcoólico de 4,8% (aliás, o teor é o mesmo para todas as três). Achei a melhor das três. Mas ainda é pouco. O que era pra ser, pelo menos em teoria, uma dark ale, carece de corpo, principalmente.

http://www.cervejadevassa.com.br/

Notícias cervejeiras


Nunca fui fã de carnaval, mas nada como uns dias de descanso para pesquisar um pouquinho no google e descobrir que a escola de samba União da Ilha, do Rio de Janeiro, em seu samba-enredo do carnaval desse ano, faz uma homenagem a cerveja, com o samba de título "RIPA NA TULIPA, ILHA!".

O samba é até interessante e bem informativo, falando desde o início da história cervejeira, falando sobre os egípicios, passando pelos incas, índios brasileiros e Blumenau.

Para quem quiser saber mais, a letra e o samba estão no site da escola, no endereço http://www.uniaodailha.com.br/samba.html
ATUALIZAÇÃO
Na apuração do Grupo de Acesso, a União da Ilha ficou em 4º lugar.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

Se a moda pega aqui no Brasil...

Cinco pubs fecham por semana em Londres por causa de expansão imobiliária

agencia EFE

A cada semana cerca de cinco pubs londrinos, muitos deles centenários, fecham por causa da demanda do setor imobiliário e alguns deles se transformam em restaurantes, lojas e escritórios, informa um estudo da Associação pela Cerveja Autêntica (Camra, na sigla em inglês).

Este ritmo de fechamentos fez com que, em 2006, a capital britânica perdesse 230 pubs, 62% a mais do que em 2005, muitos deles construídos no século 19 e no começo do 20, afirmou o presidente da Camra em Londres, John Cryne.

Para eles, a perda destes pubs históricos danifica a personalidade das ruas principais da capital e fazem de Londres uma "cidade clonada", por causa da proliferação e do crescimento das grandes redes internacionais.

Segundo a porta-voz da Fundação Nova Economia, que cunhou o termo "cidade clonada" para designar cidades que perdem personalidade por causa da proliferação de redes internacionais, os pubs são "parte vital na vida das comunidades".

Segundo o presidente da Camra, John Cryne, uma das principais causas deste fenômeno é a "forte demanda" imobiliária para construir casas e estabelecimentos comerciais.

"Normalmente, os pubs do centro ou das ruas principais se transformam em lojas, escritórios e restaurantes, enquanto os de áreas residenciais viram condomínios", diz Cryne. Ele afirma ainda que, pubs localizados à beira de estradas importantes se transformam em restaurantes de redes de fast-food.

O presidente da Camra em Londres também acusa os donos de bares de "arruinarem deliberadamente seus negócios".

Além disso, ele diz que os proprietários evitam os protestos dos clientes, que pedem que os pubs sejam mantidos abertos a serviço da comunidade.

"Caso fossem castelos sendo fechados desta forma, haveria protestos, mas os pubs são presa fácil: não é necessário uma permissão de obras para construir um restaurante ou demolir o edifício", opina Cryne.

Além disso, Cryne afirma que os pubs são "praticamente o único local" onde é possível conseguir a autêntica cerveja de barril, feita de forma artesanal.

Uma das últimas vítimas do fenômeno é o pub Hog in the Pound, na Oxford Street, junto à estação de metrô Bond Street, que foi vendido à imobiliária Kenmore Property Group.

http://noticias.uol.com.br/economia/

Edu, valeu pela dica...

RECORDE

A cerveja Brahma acaba de bater o recorde de participação no mercado da Venezuela. A marca acaba de atingir 15,5% de share no país de Hugo Cháves. A cerveja brasileira está na Venezuela desde 1995.

Folha de S. Paulo, Dinheiro B2, 16/02/07

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

Belgas, holandesas e até uma brasileira

Uma das recordistas em cervejas vendidas no País, a Bélgica ganhou nova representante por aqui: a De Koninck. Além da Belgian Ale (âmbar, 5% de teor alcoólico, cerca de R$ 8 no mercado), já disponível, a Uniland (5506-1022) começou a vender mais dois tipos dela: Blonde (6%, R$ 8,50) e Tripel (8%, R$ 9,50). Da Holanda, a Bier & Wein (5643-8584) vende kits da La Trappe com 2 copos e uma garrafa de 500ml contendo as variedades Blonde (6,5%), Dubbel (6,5%), Tripel (8%) e Quadrupel (10%), a R$ 75 cada um. A brasileira Cidade Imperial, de Petrópolis, pilsen mais encorpada, começou a ser vendida no Bar Anhanguera (R. Tito, 25, 3368-2771) a R$ 4,80 a garrafa de 330ml.

http://www.estadao.com.br

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

Após 3 meses, participação da Sol no mercado estaciona

Cerveja tem parcela de 0,8% do mercado, praticamente o mesmo que no lançamento


Estima-se que mexicana Femsa tenha investido R$ 350 mi em marketing e produção; AmBev perde e Petrópolis ganha mercado

ADRIANA MATTOS

Principal lançamento do setor cervejeiro neste verão, a marca Sol, da mexicana Femsa, registra a mesma participação de mercado alcançada no primeiro mês de venda da bebida, em novembro. A Sol chegou ao mercado num clima de "a nova guerra de cervejas", numa disputa por espaço nas gôndolas com a Skol, da AmBev.

Quando chegou às gôndolas, em outubro, a Sol foi apresentada pela direção como "o maior lançamento dos últimos 15 anos". Estima-se no mercado que a Femsa tenha investido R$ 350 milhões em mídia, distribuição e produção da Sol. A empresa não confirma o valor.

Segundo dados da consultoria ACNielsen, a Sol atingiu 0,8% de "market share" em janeiro - já arredondado pela Nielsen. A bebida tinha participação de 0,9% no mês anterior e em novembro.

A Femsa não diz que há redução de mercado, mas só um arredondamento, e que a taxa está em estável 0,9%. Cada ponto do mercado equivale a R$ 100 milhões em receita. O grupo mexicano ficou com 8,7% de "market share" em janeiro, 0,1 ponto acima de dezembro. Somando todas as marcas, incluindo Kaiser, a empresa diz que registra alta de "share" há sete meses consecutivos.

O grupo Petrópolis, do empresário e ex-Schincariol Walter Faria, segue avançando sobre o mercado, sem fazer barulho, com a sua Itaipava. É o grande destaque positivo entre as marcas, assim como tem ocorrido nas últimas apurações de Nielsen. No mês passado, a companhia alcançou 7% do mercado, 0,3 ponto acima do verificado em dezembro.

Já a AmBev, maior empresa de cervejas do país, perdeu participação nas vendas, parte reflexo de um reajuste de preço promovido pela companhia em janeiro - o aumento atingiu 4%. Segundo a última pesquisa, a participação da AmBev diminuiu de 69,3% em dezembro para 68,7% no mês passado. Em janeiro de 2006, ela era dona de 68,9% do setor. Agora, Brahma e Antarctica perderam mercado e Skol ganhou.

Não é só preço que impacta no "market share" da cervejaria. A leve derrapada da AmBev esbarra num problema que, no verão, repercute nos números da cervejaria. A AmBev tem vendas fortes em bares e restaurantes. Como no verão cresce a demanda no auto-serviço (supermercados), quem tem distribuição mais concentrada nesse varejo ganha ponto.

A participação das marcas da Schincariol cresceu 0,4 ponto de dezembro para janeiro. Com isso, alcançou 11,4% de "share". Ante o ano passado, ela perde fôlego: em janeiro de 2006, a taxa estava em 12,2%.

Folha de S. Paulo, Dinheiro B13, 10/02/07
http://www.folha.uol.com.br/

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Primus com lúpulo Hallertau


Ah, nada como reiniciar o blog com o pé direito. Ok, é brincadeira. Principalmente se comparado as 2 últimas cervejas que tomei, Therezópolis Gold e o chopp Brahma Black (sem contar as Bohemias, Itaipavas...). Enfim, o fato é que ontem, finalmente, depois de reunir toda a coragem possível, consegui provar a nova Primus, agora com lúpulo da região de Hallertau, na Bavária, sul da Alemanha.

Até que o lúpulo parece ter melhorado um pouco a cerveja, o que já é muito positivo, pois ela não fede mais, como ocorre com tantas outras cervejas por ai. Na verdade, até dá para sentir um leve aroma do lúpulo. Em contrapartida, mantém o gosto de papel, outro problema das grandes marcas.

O resultado final é positivo e promissor: em comparação a antiga Primus, a melhora foi gigante; porém, ainda continua como uma das piores cervejas nacionais. Mas como já mudaram o lúpulo, quem sabe eles não resolvam mudar outras coisas, usando maltes selecionados, sem outras misturas e produtos químicos??? De repente, a Primus vira uma boa cerveja.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Notícias cervejeiras

Petrópolis negocia compra da cervejaria Cintra

Com a aquisição, a cervejaria se aproxima da participação de mercado da mexicana Femsa

Deve esquentar ainda mais a já aguerrida disputa por participação no mercado cervejeiro nacional, estimado em 9 bilhões de litros por ano. Estão avançadas as negociações para a compra da Cervejaria Cintra, do Rio de Janeiro, pela Cervejaria Petrópolis, que produz as marcas Itaipava e Crystal.

Com a aquisição, a Petrópolis subirá no ranking e vai encostar na mexicana Femsa Cervejaria do Brasil, dona das marcas Kaiser e Sol. A empresa, com sede no interior de São Paulo, somará aos seus 6,7% de participação de mercado - que detinha em dezembro, segundo dados do instituto A/C Nielsen - os 1,3% de participação da Cintra. A Femsa segue com 8,5% de participação.

As duas empresas não confirmam oficialmente a negociação, mas também não desmentem. A Cintra, que pertence a uma família portuguesa de mesmo sobrenome, estava à venda já há algum tempo. Limitações para a sua expansão levaram a direção da empresa a optar por esse caminho.

Há cerca de quatro anos, a empresa que chegou ao Brasil em 1997 colocou à venda 20% do seu capital com o objetivo de levantar recursos para sustentar o seu crescimento. A ambição era alcançar 10% de participação no mercado brasileiro até 2008. Ela não foi bem sucedida nos seus planos. Nunca superou um quinto da sua meta.

A estimativa dos que acompanham o segmento cervejeiro é de que a Cintra vá custar entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões. Caso a venda seja fechada, a Petrópolis levará duas fabricas - uma em Piraí (RJ) e outra em Mogi Mirim (SP) -, além de um portfólio com refrigerantes e chope. A Cintra tem atuação restrita, mais concentrada na região Sudeste.

A Petrópolis é comandada pelo empresário Walter Faria, que já se viu envolvido na chamada Operação Cevada da Polícia Federal por suspeita de participação em esquema de fraude fiscal. Ele chegou a ser detido junto com outros diretores da Cervejaria Schincariol. Faria foi envolvido por ser um dos principais distribuidores da Schincariol no País.

A Petrópolis informa que fatura cerca de R$ 800 milhões por ano. Sua participação de mercado vem caindo desde setembro de 2006 - saiu de 7,1% para 6,7%, segundo dados do instituto de pesquisa ACNielsen. No mercado, calcula-se que essa participação corresponda a um faturamento anual de R$ 1,3 bilhão.

http://www.estadao.com.br/

Recomeçando...

Graças a um problema no Google, meu email foi deletado, assim como minhas contas do blog e do orkut, e portanto, não poderei postar mais no endereço antigo.

Agora é sacodir a poeira, abrir uma cerveja e, se tudo der certo, postar nesse endereço.

Obrigado pela atenção,
Abraços